Gerente da Seplan esclarece denúncias de exclusão de sorteados em casas do Aluízio Campos

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O terreno, adquirido pela atual gestão por R$ 2,5 milhões, está atualmente avaliado em quase R$ 200 milhões, em função dos investimentos executados e da capacidade atrativa para novos investimentos.

A gerente de Trabalho Social da Secretaria de Planejamento (Seplan), Alba Valéria, comentou sobre as denúncias de que pessoas que foram sorteadas para as casas do Complexo Aluízio Campos estão sendo excluídas do programa.

Segundo ela, as pessoas que são rejeitadas no sistema por conta do CPF devem se encaminhar até a Receita Federal, regularizar a situação, e depois procurar a Seplan com os comprovantes de regularização em mãos.

Porém, em relação à análise financeira realizada pela Caixa Econômica Federal, a Prefeitura Municipal não tem interferência, porque há normas a serem cumpridas no programa Minha Casa, Minha Vida.

– Há normas para serem cumpridas no programa Minha Casa, Minha Vida faixa 1. Há pessoas que têm o salário acima do teto permitido, que é de R$ 1.800, há pessoas com mais de dois salários mínimos na casa, então essas pessoas são excluídas do programa. A partir do sorteio, incluímos essas pessoas no Cadastro Único, através do NIS, e é feita uma análise financeira. Nessa análise existem essas pessoas compatíveis, que estão entregando a documentação agora; os incompatíveis, que apresentam irregularidades no cadastro financeiro; e os rejeitados, que apresentam irregularidades no CPF. Essas pessoas devem procurar a Caixa Econômica, pois a prefeitura não tem essa resposta – explicou.

Valéria também destacou que a Secretaria está investigando as denúncias de pessoas que foram sorteadas, mas que já têm casa própria, e que algumas dessas denúncias já foram identificadas.

 

Com Paraibaonline

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